Domingo, 19 de Abril de 2009

Vamos nos divertir

Deixo aqui alguns site de montagem para você também se divertir.

Veja como ficou minhas fotos em algumas montagens.

Foto na caneca e muitos outros no http://photofunia.com



Mulher Maravilha novo http://www.bodyswitcher.com



Loira ou

Morena no http://www.hairmixer.com


E este corpinho lindo (quando eu tinha 15 anos) no

http://www.faceinhole.com





Estas três últimas e mais um montão muito engraçadas no

Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Minhas Invenções

Amo criar...inventar...consertar... reciclar
Abaixo segue uma galeria do que andei aprontado nos últimos meses






Um arranjo de 1,50 cm . Enfeitei o pote com uma fita decorativa branca prateada, os galhos são rolos de papelão que vem no interior das peças de tecidos e tapetes, foram pintados de verde e envernizados, depois fiz pequenos furos e enfiei as folhas. E pronto o meu jarrão.




























Aço e vidro, quando eles estão juntos, o ambiente fica moderno e elegante.
Aqui neste aparador, o vidro foi aproveitado de uma antiga prateleira, e as colunas,
parecem, mas não são de Aço. O segredo só vou contar se alguém me perguntar. Ele parece uma peça cara, mas acredite, gastei menos de R$ 30,00 para confeccionar.






Este armário de banheiro, é uma das minhas
invenções antigas. A casa que eu morava na
época, os banheiros não tinham armário, então desenhei este modelito, anotei as dimensões e mandei para movelaria. O espelho no fundo dá
impressão de mais espaço. Tem sido muito útil.
Recentemente troquei os puchadores que já estavam ultrapassados.

A cortina é muito fácil de fazer. Precisa-se apenas de um pedaço de compensado revertido de fórmica linha nylon e

Fred (meu gato) fez uns arranhões no sofá. Tentei consertar fechando os arranhões com super bond e depois pintado o local de branco. Resultado: ficou horrível. O foi confeccionar esta capa em tafetá com franja na ponta.

A bola ao lado - Dei o desenho e tamanho para Barro Art e eles
fizeram conforme projetei. Serve para vários ambientes, no momento
ela está como encosto de porta.










A parede de cor laranja ficou mais alegre com os
círculos, não acha? para desenhar as bolinhas
utilizei pratos e tampas de vários tamanhos como molde.







Canteiro debaixo da bancada do lavabo - As pedras verdes foram pintadas é claro. Os arrajinhos foram montados num copo discartável para café, numa massa de rejunto branco para piso. Depois de seca, tirei a masa dos copos e introduzi entre as pederinhas brancas.
























As bolas encomendei na Barro Arte, os A pintura da parede é textura com detalhes em
tripés de ferro encomendei numa baixo relevo, que foram riscados com lápis preto
metalúrgica. e para finalizar uma demão de liqui-brilho.




























































































Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Aos portadores de Doença Graves e Incuráveis


Dedico esta foto aos portadores de doença grave e incuráveis. Depois de quase três anos de sofrimento, lutando contra uma coisa que eu não sabia o nome, mas que estava dominando o meu corpo, acabei de descobrir que tenho Miastenia Grave. Doença rara, grave e incurável. Acreditem, fiquei feliz com a descoberta, senti alívio, uma paz que fazia tempo que não experimentava. E não foi para menos, afinal, eu já estava cansada de consultas médicas, exames, sem um diagnóstico exato. Eu sabia que tinha uma doença estranha, e já estava crendo que em muito breve deixaria este mundo para está definitivamente com o Pai Celeste. Em nehum momento eu senti medo, acredito que estar na morada do pai é incomparavelmente melhor do que está aqui. Mas me preocupava com as crianças, porque ninguém cuidaria delas como eu, e meu esposo sem mim, ele levaria um back. Então, falei ao meu Senhor que gostaria muito de ir, mas precisava ficar, pelo nenos enquanto as crianças crescem. Enquanto não vinha a resposta do Senhor, eu cuidava em deixar as coisas por aqui arrumadas, e instruções para os entes queridos, etc.

Quando já estou me acostumando com a idéia de partir, fico sabendo que o mal que me ataca (miastenia grave) não é para morte. E mais, pode ser controlado. Eu fique feliz por saber que vou ter mais tempo por aqui, e poder concluir meus projetos. Eu sou especial -Viva a vidaaa!!!

MILAGRE
Dia 27 de março me submeti a um Eletroneuromiogrfia e Potenciais Evocadas.
RESULTADO: NORMAL
Dia 20 de abril recebi o exame de ACETILCOLINA - Antcorpo anti-receptor de Acetilcolina
RESULTAO: NORMAL

O meu Deus me restaurou, depois que aceitei o mal que ele me concentiu , e o adorei mesmo na fraqueza e na dor. (Ó Glória)



O Melhor Lugar do Mundo





scraps para orkut

Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Esta é uma homenagem a todas as mulheres idosas, mas as jovens não devem deixarem de ler.


Click na imagem para ver em tamanho grande

Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Disponível - Buscando Oportunidades

Brasil sem armas



Você sabia ...

... que a cada 12 minutos um brasileiro
morre vítima de arma de fogo?

... que segundo a ONU os brasileiros correm quatro vezes mais riscos de morrer por arma de fogo do que a média dos demais países?

... que a guerra do Vietnã matou cerca de 46 mil americanos em 14 anos, de 1961 a 1975?

... que cerca de 40 mil brasileiros morreram vítimas de arma de fogo em 2002 (conforme a Secretaria Nacional de Segurança Pública - Senasp), ou seja, que temos quase um Vietnã por ano no Brasil, sem estar em guerra?

... que as maiores vítimas de violência no Brasil são jovens na faixa dos 15 aos 24 anos?

... que o índice de crianças e jovens flagrados com armas de fogo cresceu mais de 30% no DF, nas duas últimas décadas?

... que quem usa arma de fogo tem 56% a mais de chance de ser assassinado em situação de roubo, em comparação com as vítimas desarmadas?

Os números colocam o Brasil em primeiro lugar no ranking dos países onde mais se mata com arma de fogo, no mundo, segundo a ONU. Uma liderança vergonhosa e inaceitável. Motivo de sobra para levar qualquer brasileiro a defender o desarmamento.

No Distrito Federal, como no restante do país, na maioria das vezes quem atira e mata não era assaltante nem tinha relação com o crime. Compra a arma sob o pretexto de se prevenir contra a violência, mas o instrumento da morte acaba sendo usado para resolver conflitos que deveriam ser solucionados com o diálogo, ou na Justiça. Ou entra em brincadeiras fatais de jovens, como as roletas-russas. Ou em suicídios. Ou é roubado por bandidos. Em poucos segundos, o dono do instrumento da morte vira um criminoso. Ou uma vítima.

O Convive defende o desarmamento como o primeiro passo na luta contra a violência que rouba o futuro do brasileiro. Entende que outras medidas têm de ser tomadas de forma decisiva, como um maciço investimento em políticas públicas para a infância, a juventude e a família; a modernização e valorização das forças de segurança pública; a agilização do Judiciário; o aperfeiçoamento da legislação, dentre outras.

A população brasileira está em busca de paz, segurança e justiça. Quer ver medidas concretas para acabar com a violência. Por isso, defendeu o a aprovação do Estatuto do Desarmamento, finalmente transformado em Lei em 23 de dezembro de 2003.

E, para mostrar que não ficar só no discurso, o Convive apoiou desde o início a Campanha de Entrega Voluntária de Armas. Uma das medidas mais importantes do Estatuto, a campanha já tirou de circulação mais de 500 mil armas em todo o Brasil e fez diminuir pela primeira vez nas últimas duas décadas o índice de mortalidade por arma de fogo.

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) que acompanham cientificamente os índices de mortalidade por arma de fogo no país já registram mais de 5.000 vidas poupadas desde a edição do Estatuto do Desarmamento em dezembro de 2003. Uma vitória da sociedade organizada.

FONTE: Comitê Nacional de Vítimas da Violência.
http://www.convive.org.br

Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Animais em Circo - Por favor, ajudem acabar com essa barbárie!




Seguindo o apelo feito pelos amigos Antônio Apasolini e Karla Nogueira, lanço o meu pedido para que assinem petição contra animais em circo.
“A idéia de achar graça na visão de animais selvagens coagidos a agir como desajeitados seres humanos, ou a excitação ao ver perigosas feras reduzidas a covardes retraídos por causa de um treinador com chicote em punho é primitiva e medieval. Tal visão de mundo advém do velho conceito de que somos superiores às outras espécies e que temos o direito de manter nosso domínio sobre elas. O primeiro auge desse conceito foi visto durante os massacres no circo romano e, desde então, tem sido mantido vivo através dos ensinamentos religiosos que insistem em colocar o gênero humano acima e apartado de todo o resto da criação.”

Causou comoção, convém lembrar, a crueldade a que foram submetidos três leões, que foram abandonados por um tradicional circo, dentro de uma jaula, em uma praça pública da cidade de Sumaré. Os animais foram encontrados em gravíssimo estado de saúde, como revelou o laudo pericial.

Conforme o documento citado, devido ao estado de inanição, o macho não suportava mais o peso de sua cabeça, apresentando enorme dificuldade para se alimentar. A magreza lhe deixava visível a ossatura; lesões de pele cobriam-lhes várias partes do corpo, sugestivas de queimaduras na testa, prática comum em circos. O animal foi mutilado, pois não possuía garras na pata esquerda; seus caninos superiores foram serrados. Apresentava atrofiamento muscular na coxa, quadril, anca e peito. Uma grande infecção acometeu-lhe a boca e a pata anterior. O animal não era capaz de manter a língua dentro da cavidade oral, apresentando completo relaxamento muscular, indicativo de lesão cerebral. O adiantado grau de desnutrição e de desidratação tornou o felino apático, sem reação a qualquer estímulo. Cerca de vinte dias após terem sido os animais resgatados, o macho veio a óbito.

Irrefutável, deste modo, que não só os animais foram submetidos a terríveis e constantes maus-tratos pelos circenses, mas também expostos à crueldade de serem abandonados em uma situação de confinamento, da qual só poderia decorrer a agonia de uma morte lenta provocada pela privação de água, de alimento e de outros cuidados que devem ser ministrados a animais confinados.

Em foto publicada pelo jornal “Diário Regional”, de 29 de janeiro de 2004, evidencia-se a perversa forma com que os animais são explorados pelos circenses, ao registrar o momento em que a elefanta é forçada a equilibrar-se em um pequeno tambor, onde terá que erguer uma de suas patas. Trata-se de grotesca simulação de equilibrismo, comportamento humano, estranho à sua espécie e ofensivo à sua natureza; indiscutível crueldade que depõe contra a espécie humana e lhe denuncia a arrogância da superioridade que insiste em se arrogar.

Fonte: excerto de representação oferecida por Vanice Teixeira Orlandi, em nome da UIPA, União Internacional Protetora dos Animais, ao Ministério Público do Estado de São Paulo.

Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

CONCEITO DE RIQUEZA E POBREZA

Um dia um pai de família rica, levou seu filho para o interior com o firme propósito de mostrar quanto as pessoas podem ser pobres.
Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
– Muito boa Papai!.
– Você viu como as pessoas podem ser ?
E o que você aprendeu ? – O pai perguntou.
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles tem quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim,
eles tem um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta
e iluminada com luz,
eles tem as estrelas e a lua .
Nosso quintal vai até o portão de entrada , eles tem uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto estava acabando de responder , seu pai ficou estupefato. O filho acrescentou:
- Obrigado, pai , por me mostrar o quanto pobres nós somos!.

MORAL DA HISTÓRIA:
Tudo o que temos depende da maneira como olhamos para as coisas. Se temos amor, amigos, saúde bom humor e atitudes positivas para com a vida, temos tudo! Se somos “ pobres de espírito", não temos nada.

(Desconheço o Autor)

Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

CRIANÇA ABUSADA SEXUALMENTE NÃO, NÃO, NÃAOOOOO !!! NÃAOOOOO!!!


ABUSO SEXUAL INFANTIL

Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.
O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.

Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.
Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.

A Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.
A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.

Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.

A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.

Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.

Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.
Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.
O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;
2.Problemas com o sono ou pesadelos;
3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;
4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;
5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;
6.Negar-se a ir à escola,
7.Rebeldia e Delinqüência;
8.Agressividade excessiva;
9.Comportamento suicida;
10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;
11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;
12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;
13. Temor irracional diante do exame físico;
14. Mudanças súbitas de conduta.

Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.
Quem é o Agressor Sexual.

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.
Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.

Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.


A Família da Criança Abusada Sexualmente

A primeira reação da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.

Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas ações, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.


Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.

O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.

1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."

2. - Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.

3. - Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.

4. - Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.

5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.

6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.

7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.

8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.

9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.

10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.

11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.

12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.
13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.

14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.

15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.

16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.

17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.

Que fazer

Uma falsa crença é esperar que a criança abusada avise sempre sobre o que está acontecendo. Entretanto, na grande maioria das vezes, as vítimas de abuso são convencidas pelo abusador de que não devem dizer nada a ninguém. A primeira intenção da criança é, de fato, avisar a alguém sobre seu drama mas, em geral, nem sempre ela consegue fazer isso com facilidade, apresentando um discurso confuso e incompleto. Por isso os pais precisam estar conscientes de que as mudanças na conduta, no humor e nas atitudes da criança podem indicar que ela é vítima de abuso sexual.
Muitos pais se sentem totalmente despreparados e pegos de surpresa quando sua criança é abusada, mas sempre devemos ter em mente que as reações emocionais da família serão muito importante na recuperação da criança.
Quando uma criança confia a um adulto que sofreu abuso sexual, o adulto pode sentir-se muito incomodado e não saber o que dizer ou fazer. Vejamos algumas sugestões (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry):

1.Incentivar a criança a falar livremente o que se passou, sem externar comentários de juízo.

2.Demonstrar que estamos compreendendo a angústia da criança e levando muito a sério o que esta dizendo. As crianças e adolescentes que encontram quem os escuta com atenção e compreensão, reagem melhor do que aquelas que não encontram esse tipo de apoio.

3.Assegurar à criança que fez muito bem em contar o ocorrido pois, se ela tiver uma relação muito próxima com quem a abusa, normalmente se sentirá culpada por revelar o segredo ou com muito medo de que sua família a castigue por divulgar o fato.

4.Dizer enfaticamente à criança que ela não tem culpa pelo abuso sexual. A maioria das crianças vítimas de abuso pensa que elas foram a causa do ocorrido ou podem imaginar que isso é um castigo por alguma coisa má que tenham feito.

Finalmente, oferecer proteção à criança, e prometer que fará de imediato tudo o que for necessário para que o abuso termine. No momento em que esse incidente vem à tona, devemos considerar que o bem estar da criança é a prioridade. Se os familiares estão emocionalmente muito perturbados nesse momento, o assunto deve ser interrompido para que as emoções e idéias possam ser mais bem organizadas. Depois disso, deve-se voltar a tratar do assunto com a criança, explicando sempre que as emoções negativas são dirigidas ao agressor e nunca contra a criança.

Não devemos apressar insensivelmente a criança para relatar tudo de uma só vez, principalmente se ela estiver muito emocionada. Mas, por outro lado, devemos encorajá-la a falar com liberdade tudo o que tenha acontecido, escutando-a carinhosamente para que se sinta confiante. Responda a qualquer pergunta que a esteja angustiando e esclareça qualquer mal entendido, enfatizando sempre que é o abusador e não a criança o responsável por tudo.

Se o abusador é um familiar a situação é bastante difícil para a criança e para demais membros da família. Embora possam existir fortes conflitos e sentimentos sobre o abusador, a proteção da criança deve continuar sendo a prioridade. Abaixo, algumas condutas que devem ser pensadas nos casos de violência sexual contra crianças.

1. Informe as autoridades qualquer suspeita séria de abuso sexual.

2.Consultar imediatamente um pediatra ou médico de família para atestar a veracidade da agressão (quando houver sido concretizada). O exame médico pode avaliar as condições físicas e emocionais da criança e indicar um tratamento adequado.

3.A criança abusada sexualmente deve submeter-se a uma avaliação psiquiátrica por ou outro profissional de saúde mental qualificado, para determinar os efeitos emocionais da agressão sexual, bem como avaliar a necessidade de ajuda profissional para superar o trauma do abuso.

4. Ainda que a maior parte das acusações de abuso sejam verdadeiras, pode haver falsas acusações em casos de disputas sobre a custódia infantil ou em outras situações familiares complicadas.

5. Quando a criança tem que testemunhar sobre a identidade de seu agressor, deve-se preferir métodos indiretos e especiais sempre que possível, tais como o uso de vídeo, afastamento de expectadores dispensáveis ou qualquer outra opção de não ter que encarar o acusado.

6.Quando a criança faz uma confidência a alguém sobre abuso sexual, é importante dar-lhe apoio e carinho; este é o primeiro passo para ajudar no restabelecimento de sua autoconfiança, na confiança nos outros adultos e na melhoria de sua auto-estima.

7.Normalmente, devido ao grande incômodo emocional que os pais experimentam quando ficam sabendo do abuso sexual em seus filhos, estes podem pensar, erroneamente, que a raiva é contra eles. Por isso, deve ficar muito claro que a raiva manifestada não é contra a criança abusada.

Seqüelas

Felizmente, os danos físicos permanentes como conseqüência do abuso sexual são muito raros. A recuperação emocional dependerá, em grande parte, da resposta familiar ao incidente (Embarazada.Com). As reações das crianças ao abuso sexual diferem com a idade e com a personalidade de cada uma, bem como com a natureza da agressão sofrida. Um fato curioso é que, algumas (raras) vezes, as crianças não são tão perturbadas por situações que parecem muito sérias para seus pais.
O período de readaptação depois do abuso pode ser difícil para os pais e para a criança. Muitos jovens abusados continuam atemorizados e perturbados por várias semanas, podendo ter dificuldades para comer e dormir, sentindo ansiedade e evitando voltar à escola.

As principais seqüelas do abuso sexual são de ordem psíquica, sendo um relevante fator na história da vida emocional de homens e mulheres com problemas conjugais, psicossociais e transtornos psiquiátricos.
Antecedentes de abuso sexual na infância estão fortemente relacionados a comportamento sexual inapropriado para idade e nível de desenvolvimento, quando comparado com a média das crianças e adolescentes da mesma faixa etária e do mesmo meio sócio-cultural sem história de abuso.

Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa autoestima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.

Em relação a quadros psiquiátricos francos, o abuso sexual infantil se relaciona com o Transtorno do Estresse Pós-traumático, com a depressão, disfunções sexuais (aversão a sexo), quadros dissociativos ou conversivos (histéricos), dificuldade de aprendizagem, transtornos do sono (insônia, medo de dormir), da alimentação, como por exemplo, obesidade, anorexia e bulimia, ansiedade e fobias.


Para referir:
Ballone GJ - Abuso Sexual Infantil, in. PsiqWeb, Internet, disponível em
http://www.virtualpsy.org/infantil/abuso.html

Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Violência contra mulher, também não Póooode!!!


Resposta as decepções, injustiças, tristezas, dores, enfermidades e derrotas que tenho sofrido nos últimos anos.



Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

NINGUÉM MERECE ISTO



TRABALHO NO LIXÃO...
ALIMENTAÇÃO CATADA NO LIXO...
ESTA CONDIÇÃO DE VIDA...

Patricinhas Recados

Br.orkutnow.com - Mais Patricinhas Recados Para Orkut

Domingo, 27 de Julho de 2008

Damião Ximenes

Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Assim devemos cuidar de nossos corações.


Domingo, 30 de Março de 2008

A estupidez da Diferença Social



'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'
 ”Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível”
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social. Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: 'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles.. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar. O que você sentiu na pele, trabalhando como gari? Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado. E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou? Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão. E quando você volta para casa, para seu mundo real? Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei.. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida! 

Precisamos ser diferente.

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Humanamente falando este é o máximo que eu acho de Jesus Cristo, ser diferente positivamente. A coragem de Jesus era inusitada. Nos dias de hoje, vivendo num regime democrático, não é fácil ser diferente, agora imagina há 2.000 anos atrás. Não vejo Jesus como um "passivo cordeirinho bonzinho", mas como um guerreiro destemido, enfrentando preconceitos, combatendo as injustiças sociais, se opondo ao sistema religioso hipócrita. Jesus incomodava. Por amor aos necessitados, Ele não se importou com sua integridade física e moral.

Grande adimiração tenho por este Jesus que ninguém consegue imitar. Dizemos que somos cristãos, mas somos covardes, não conseguimos abrir mão de nossos privilégios, para lutar por uma sociedade mais justa.

(autoria Irene Ximenes) Gosoto muito desta canção, ela expressa a verdade de nosso cotidiano, enquanto nos chama a uma mudança.

Terça-feira, 25 de Março de 2008

Toda a natureza exibe a existência do Deus criador.